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VEJA: Como calcular a nota do ENEM 2010?

domingo, 29 de maio de 2011

Dia do Geógrafo

Os geógrafos são profissionais que estudam a Terra. Mas como é isto? Eles sabem tudo sobre o revelo, o clima, a vegetação e os rios que constituem o nosso planeta.
Mas não é só isso! Também estudam economia, a distribuição geográfica populacional, as divisões políticas entre os países, as diferenças culturais e muito mais. Pesquisam como as comunidades e habitantes se relacionam com o meio em que vivem!
Os geógrafos exercem um papel muito importante atualmente, cuidando do nosso planeta e auxiliando no planejamento urbano, no manejo de recursos naturais, no planejamento da construção de hidrelétricas e pólos industriais, que são fundamentais para a sociedade, mas que exigem responsabilidade para que o impacto ambiental seja o menor possível!

Algumas das atividades exercidas pelos geógrafos:
Ensino: leciona no ensino fundamental, médio e superior.
Planejamento urbano: planeja o crescimento e desenvolvimento de uma determinada região ou município.
Geografia física: estuda os aspectos físicos da Terra, como clima, solo e vegetação.
Geografia humana: interpreta os dados sociais e econômicos de uma população. Planeja a ocupação de áreas urbanas e rurais.
Geopolítica: analisa a relação entre espaço geográfico e a organização econômica, política e social de uma região, país ou bloco de países.
Meio ambiente: estuda os ecossistemas e previne impactos ambientais causados pela ocupação de terrenos. Faz o manejo de bacias hidrográficas.
Planejamento territorial e urbano: organização dos espaços urbanos ou rurais para a instalação de pólos industriais, barragens e outras grandes obras.
Fonte: Brasil Profissões

"Profissional que estuda a Ciência que tem por objeto a descrição da Terra na sua forma, acidentes físicos, clima, produções, populações, divisões políticas etc."
Fonte: Dicionário Michaelis

FELICIDADES A TODOS OS COMPANHEIROS DA ÁREA GEOGRÁFICA.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Enem 2011 já têm datas

Enem será nos dias 22 e 23 de outubro
As inscrições para a edição 2011 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começam na segunda-feira (23/05). A informação foi divulgada na quarta-feira (18) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela organização e realização da prova. O estudante poderá se inscrever das 10h do dia 23 de maio até as 23h59 do dia 10 de junho, exclusivamente pela internet.
As inscrições vão custar R$ 35. E, assim como nas outras edições, haverá isenção do pagamento da tarifa para alunos que terminam o ensino médio em rede pública. As provas, confirmando a previsão de especialistas, serão nos dias 22 e 23 de outubro.

Restrições e Enem 2012
Algumas regras seguem as mesmas no Enem 2011: estão proibidos o uso de lápis e borracha e os inscritos não poderão portar relógio e celular.
O Inep também divulgou quando será realizada a primeira prova do Enem em 2012: dias 28 e 29 de abril. Em entrevista ao site UOL Educação, a presidente do Inep, Malvina Tuttmam, afirmou que haverá "pelo menos" duas provas em 2012. Questionada se, para 2013, o Inep já planejava três ou mais edições, ela respondeu que o desejo é fazer mais de duas, mas que "primeiro é preciso [consolidar] o banco de itens". O banco de itens é um conjunto de questões testadas de acordo com as diretrizes curriculares e a TRI (Teoria de Resposta ao Item).
Malvina Tuttmam afirmou ainda que o objetivo primordial do Enem está mantido: "Sua finalidade maior continua: avalia o desempenho escolar e acadêmico do estudante do ensino médio, porém com sua qualificação constante passa a ser usado também para outras formas [de avaliação, como ingresso no ensino superior]".
Depois dos problemas das últimas edições, a presidente do Inep disse acreditar que haverá mais segurança nesta edição como resultado da parceria do instituto com a empresa Módulo para atuar na gestão de risco e com o Inmetro para certificar os trabalhos de impressão da gráfica, que será a mesma.

*Com informações do site UOL Educação.

sábado, 14 de maio de 2011

Sexta-feira: 13 de maio – Cadê a nossa liberdade?

Em mais uma etapa da agenda de negociações entre a Secretaria de Estado de Educação (SEE) e o a comissão do Sindicato Único de Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) aconteceu no final da tarde desta sexta-feira, 13 de maio. Os representantes da comissão do Sind-UTE/MG foram recebidos pela secretária Ana Lúcia Gazzola e pela secretária-adjunta Maria Céres Pimenta Spinola Castro no 11º andar do prédio Minas, na Cidade Administrativa. Pelo Sindicato, participaram a coordenadora geral do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, Marilda Araújo, Feliciana Saldanha e Leceoni Pereira.
O dia 13 de maio foi marcado por duas situações. Primeiro um fato curioso, pois é a única sexta-feira 13 do ano e segundo que foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

Porque estou citando essas duas situações?
Claro, companheiros(as) a verdadeira situação nossa é real. Definir entre subsídio (governo) e remuneração antiga (Sind-UTE/MG) é um tormento pra todos os Trabalhadores da Educação em Minas. As informações não são exatas ou claras por parte do sindicato ou do governo, pois cada parte puxa pro seu lado.
Em sua maioria, servidores mais novos estão optando pelo subsídio, pois o governo retirou em 2003 destes, alguns direitos “garantidos” como biênios e quinquênios e com o subsídio isso foi “dado” de volta. Já os mais antigos servidores estão optando pela remuneração antiga, pois eles têm direitos como biênios, quinquênios, trintenário entre outros benefícios adquiridos ao longo da carreira do magistério.
Fato é que até o próximo dia 8 de junho a opção deverá ser feita pelos profissionais da Educação e independentemente de sindicato ou governo, os servidores simplesmente estão escolhendo o que acham melhor pra cada um, de forma individual e não coletiva.
Com essa nova situação IMPOSTA, as pessoas que trabalham na educação observam que o governo divide mais e mais nossa classe e faz inúmeras insatisfações, pois apesar de não serem divulgadas existem inúmeras cidades que estão já em greve pelo não cumprimento do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) do Governo Federal. Se continuar assim, não seria e não será novidade do Sind-UTE/MG também fazer uma greve mesmo que seja mais pontual em BH.


sábado, 7 de maio de 2011

Projeto Profissionalizante realiza viagem com Trabalho de Campo na PUC-MG e na ALMG

Aconteceu uma excursão para a cidade de Belo Horizonte, dia 05/05/2011, quinta-feira, como parte culminante do Projeto Profissionalizante dos concluintes do ensino médio (3os anos) da Escola Estadual "Isaura Ferreira" fazendo um trabalho de campo de Ciências Humanas sobre política também. No cronograma estava previsto: 07h30: saída da escola; 09h00: chegada e visita à Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) no Museu de Ciências Naturais e Complexo Esportivo; 12h00: almoço; 14h00: visita à Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG) com palestra, café da tarde e atividades do Espaço Capanema; 17h30: retorno de Belo Horizonte com chegada aproximadamente às 19h30.

Os alunos ficaram fascinados com o espaço físico da PUC Minas e com tudo que ela pode proporcionar na vida acadêmica universitária. Tudo ocorreu da melhor forma possível, nossa escola foi citada na Reunião Extraordinária da Assembleia transmitida ao vivo pela TV Assembleia (TV ALMG) e na Comissão de Administração Pública.

Fomos muito bem recebidos e tivemos momentos de estudo e lazer com a companhia da diretora Giovana Garcia, das Especialistas de Educação Básica Nelma Rezende e Maria Regina, dos professores Sebastião, Cíntia e Imaculada. No mês de junho, os alunos apresentarão um Seminário de Ciências Humanas sobre Política com o professor Sebastião mostrando a História e Ideologia dos atuais 28 partidos políticos do Brasil, além de 2 partidos antigos importantes. Também reviverão os momentos da viagem.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O dia mais temido: 06 de maio

Os servidores da educação estão diante de um dilema: a escolha sobre a forma de remuneração.

São duas as opções: subsídio ou remuneração composta de vencimento básico, vantagens temporárias e permanentes. O Sind-UTE/MG solicitou ao Governo do Estado que este prazo fosse prorrogado, uma vez que a categoria está insegura quanto ao seu futuro. O Governo não atendeu e parece ter pressa e interesse de que os servidores optem pelo subsídio. O sindicato, por sua vez, está orientando a categoria a optar pela remuneração composta de vencimento básico.
O subsídio é uma forma de remuneração adotada para os agentes políticos, ou seja, para aqueles que não têm carreira, que não agregam nenhum outro valor ao salário que recebem por estar num exercício temporário de função política. É com esta lógica de descaracterizar a carreira que o Governo de Minas apresentou esta forma de remuneração aos servidores da educação.
O subsídio é uma forma de remuneração para quem não tem perspectiva de carreira. Enquanto isso, os servidores que dedicaram a vida à escola pública estadual são marginalizados por esta nova política de remuneração, são puxados novamente para o início da carreira, mesmo estando próximo da aposentadoria.
Ao optar pelo subsídio, o servidor abre mão de tudo o que conquistou ao longo da sua vida funcional. Abre mão também de adquirir novos benefícios, descaracterizando em definitivo sua carreira. Aos que não têm carreira e optarem pelo subsídio, abrem mão em definitivo de conquistar uma carreira.
Por ser parcela única, o subsídio descaracteriza o vencimento básico e as demais vantagens e gratificações que o servidor receba. Por isso, a assembleia da categoria aprovou a orientação de que todos os servidores devem optar por retornar à remuneração constituída de vencimento básico, ou seja, devem sair do subsídio.
Esta é a única possibilidade de fortalecermos a luta pelo piso salarial. Se a maioria da categoria for para o subsídio, o Estado não precisará se preocupar em discutir o Piso Salarial e, desta forma, abandonaremos a discussão de preservar o que cada um/uma conquistou em sua vida funcional.
Se sair do subsídio agora, teremos ainda outra oportunidade de retornar a ele, conforme artigo 5º, parágrafo 3º da Lei 18.975/10. Se ficarmos, perderemos em definitivo a possibilidade de receber o Piso Salarial.
O pagamento por subsídio é a estratégia do Governo do Estado para não pagar o Piso Salarial Profissional Nacional e desvalorizar a carreira, diz o Sind-UTE/MG. De outro lado, uma categoria que não sabe o que fazer diante do impasse do dia 06 de maio, um dia tão esperado ou inesperado.


Calendário de maio da Educação Estadual

Para o mês de maio de 2011, os professores da rede estadual de educação de Minas Gerais terão várias atividades do Sind-UTE/MG:
01 e 02/05: Participação nas comemorações do Dia do Trabalhador.
04/05: Paralisação Estadual com manifestação em BH e participação na Audiência Pública promovida pela Assembleia Legislativa sobre o Piso Salarial e a carreira em Minas Gerais.
11/05: Paralisação Nacional com caravanas à Brasília para mobilização nacional em defesa do valor do Piso.
21/05: Conselho Geral do Sind-UTE/MG.
31/05: Paralisação Estadual com Assembleia para definir os rumos do movimento.


A semana começará agitada com o dia de Paralisação Estadual, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG) participa de audiência pública, no próximo dia 4/5, às 14h, na Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG), para discutir a implementação do Piso Salarial Nacional para a categoria educacional no Estado de Minas Gerais. Durante o evento serão discutidos ainda os problemas enfrentados pela categoria em função do ineficaz Plano de Carreira da Educação, implantado pelo Governo há seis anos.
O debate acontece na Comissão de Administração da ALMG, por meio de requerimento do deputado estadual Rogério Correa (PT), líder do bloco de oposição Minas Sem Censura. Participarão do debate, a coordenadora geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin de Leão, além de parlamentares e membros do governo estadual. Representarão o Governo do Estado as Secretárias de Estado de Planejamento e Gestão Renata Vilena e de Educação Ana Lúcia Gazola.
O objetivo é cobrar a imediata implementação do Piso em Minas Gerais, de acordo com determinação do Supremo Tribunal Federal, que votou pela constitucionalidade da lei 11.738/08, que regulamenta o Piso. “Agora temos uma lei declarada constitucional, que nos ampara na reivindicação do Piso Salarial em Minas. E subsídio além de não ser piso, descaracteriza as conquistas funcionais de cada servidor”, avalia Beatriz Cerqueira.

Direito
O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou no último dia 06/04, a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4.167, que questionava a lei que instituiu o Piso Salarial Profissional Nacional. Pela decisão do Supremo, o Piso Salarial é composto pelo vencimento básico da carreira, excluídas as vantagens e gratificações pessoais. O questionamento no Supremo foi feito pelos governadores do Mato Grosso do Sul, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, sob o argumento de que os estados não teriam condições financeiras de instituir o Piso em seus respectivos Estados.


sexta-feira, 29 de abril de 2011

Lei do Piso Salarial dos professores é constitucional

Com votação do STF – Supremo Tribunal Federal, no último dia 27 de abril de 2010 às 15 horas colocou a Lei do Piso Nacional Profissional como legítima e foi proclamada definitivamente como constitucional. A Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADI 4167 foi declarada improcedente, com isso, os Governos estaduais (dentre eles, o de Minas Gerais) e municipais (também da nossa região) têm, agora, que cumpri-la obrigatoriamente, sem chance de enrolação e recursos judiciais e ponto.
Sobre o item do 1/3 (um terço) de tempo extraclasse, a A votação ficou empatada em 5 a 5, pois infelizmente o inimigo do povo Celzo Peluso votou contra o nosso terço de tempo. Mas, o ministro Joaquim Barbosa, relator da matéria, foi um verdadeiro gigante em favor dos educadores. E disse tudo: a lei já foi aprovada pelo Congresso Nacional e tem que ser cumprida, e não pode ser cassada por cinco votos de ministros do STF!

Os ministros inimigos da Educação: Gilmar Mendes, Peluso, Marco Aurélio Mello, Ellem Grace e Carmem Lucia (estas duas votaram a favor do piso, mas traíram os educadores na questão do terço tempo extraclasse). Contudo, a partir de agora, podemos e devemos exigir do governo o terço de tempo extraclasse, também, já que a ADI 4167 foi declarada improcedente e a Lei do Piso considerada Constitucional.
É hora, agora, de nos organizarmos para cobrar os nossos direitos. Vamos em frente a luta!!!


quarta-feira, 30 de março de 2011

Professores suspendem greve e comemoram vitória

Em assembleia nesta terça-feira (29/3), na Faculdade de Medicina da UFMG, os professores da rede privada de Belo Horizonte decidiram suspender a greve, iniciada em 22 de março. A assembleia terminou em clima de emoção e comemoração. Os professores aprovaram a proposta mediada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), em audiência na manhã desta sexta, que prevê reajuste salarial de 8%, renovação da atual Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), com retroatividade a 1o de fevereiro, e criação de uma comissão intersindical para, num prazo de 90 dias, tratar dos temas: equiparação dos pisos da educação infantil, regulamentação da educação a distância, seguro de vida, mudança da data-base e vigência da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

Na reunião no Ministério Público do Trabalho (MPT), o sindicato patronal assumiu o compromisso de, caso a comissão não chegue a um consenso durante os 90 dias, aceitar que o órgão assuma o papel de mediador. Também foi mantida a garantia de salários por 120 dias a cada semestre – com exceção dos demitidos entre 1o e 15 de fevereiro. “A categoria respondeu de forma efetiva, deu uma aula de cidadania e está de parabéns. Houve um ganho incalculável em termos de aumento da capacidade de mobilização, de resistência e de organização.

Inúmeros professores também se conscientizaram da necessidade de se unirem e

lutarem por seus direitos. Estamos diante de um cenário de crescente conscientização e, em função de tudo isso, estaremos muito mais fortes nas próximas negociações em torno de conquistas dos professores e de uma educação de qualidade para todos”, afirmou Gilson Reis, presidente do Sinpro Minas. Ele destacou que a mobilização, com greve e manifestações, fez com que o patronal "repensasse a relação com a categoria". "Com nossa força, mostramos que exigimos respeito e temos dignidade”. Durante a assembleia, os docentes agradeceram as mensagens de apoio de pais e alunos, enviadas ao sindicato. Estudantes do 3º ano do ensino médio do Colégio Marista Dom Silvério chegaram a encaminhar uma carta à direção da escola, reivindicando a valorização dos professores.


"Chama da utopia"

A categoria prestou uma homenagem a todos os que aderiram ao movimento, aplaudindo-os de pé. Foram oito dias de greve e um de paralisação, em 16 de março. “Foi uma caminhada com muitos obstáculos no caminho, mas vitoriosa”, avaliou Celina Arêas, diretora do Sinpro Minas. A paralisação atingiu parcial ou integralmente mais de 60% das principais escolas de Belo Horizonte e região, como Marista Dom Silvério, Colégio Arnaldo, Frei Orlando, Padre Eustáquio, Efigênia Vidigal, Colégio Batista, Imaculada, Libertas, Magnum (Nova Floresta), Pitágoras (Raja Gabáglia), Nossa Senhora das Dores, Pio XII, Sagrado Coração de Maria, Izabela Hendrix, São José Operário, Escola da Serra, Padre Machado, Santa Dorotéia, Uni-BH, Fumec, Newton Paiva, Universo, Rubens Romanelli, Unifem (Sete Lagoas), Curso Alfa (Divinópolis), São Francisco de Assis, entre outras.

“Vamos manter acesa a chama da utopia”, convocou um docente. “Conseguimos, nesta campanha, deixar claro que quem estava sendo intransigente o tempo todo eram os donos de escolas. Estávamos dispostos a negociar, mas eles se recusaram a entender as nossas necessidades de valorização”, afirmou um professor, após a assembleia, que lotou o auditório da Faculdade de Medicina da UFMG.

A diretoria do Sinpro Minas voltou a repudiar a pressão e as ameaças feitas aos professores e falou da necessidade de mobilização diante da emenda 45, que leva a Justiça do Trabalho a não julgar os dissídios coletivos quando não há acordo entre as partes. Com isso, muitas categorias profissionais ficam sem direitos previstos em Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs). O diretor do sindicato Aerton Silva ressaltou que a campanha reivindicatória deste ano ainda não terminou, já que a comissão intersindical precisa decidir sobre os cinco pontos pendentes.

"Na verdade, estamos apenas começando mais uma caminhada, que é longa, em torno da educação de qualidade, da valorização dos professores e contra a mercantilização da educação”, destacou. A assembleia também aprovou a criação de uma comissão para verificar as denúncias de assédio moral e substituição de professores durante a greve. Conforme o acordo com o Sinep/MG, as faltas serão abonadas e o calendário de reposição será estabelecido diretamente entre os professores e as escolas.


Trabalhadores em educação de Minas Gerais tiram indicativo de greve


Dia 19/04 acontece nova assembleia estadual


Em assembleia estadual realizada nessa terça-feira (29.03), no Pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), os/as trabalhadores/as em educação de Minas Gerais, sob a coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), votaram por indicativo de greve com a deliberação de uma nova assembleia estadual para dia 19 de abril, em Ouro Preto, com paralisação total de atividades na referida data. A categoria também se manifestou referendando moções de apoio à luta dos trabalhadores de Piassu, em face da recusa do prefeito de abrir negociações; à greve dos trabalhadores/as de Betim e repúdio à política local que também se nega a negociar com a categoria e ainda persegue trabalhadores em greve; repúdio ao governo federal em face de ações truculentas no Rio de Janeiro que culminaram na prisão de três manifestantes durante a visita do presidente dos Estados Unidos ao Brasil; repúdio às ações de violência da polícia nas comunidades Camilo Torres e Irmão Dorothy e Dandara, em Belo Horizonte. De acordo com a coordenadora geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, os trabalhadores em educação aguardam uma posição do Governo do Estado que ainda não apresentou proposta de reajuste para o funcionalismo em 2011, bem como a regulamentação da jornada de 30 horas para professor. Segundo a direção do Sind-UTE/MG, cerca de 5 mil trabalhadores/as participaram da assembleia estadual, número representativo e que já demonstra a força da mobilização e a disposição da categoria de ir à luta.


sábado, 26 de março de 2011

Sind-UTE Regional promove encontro regional

Hoje, dia 26/03 às 09h00, aconteceu no Centro Cultural da Escola Estadual "Narciso de Queirós" a Assembleia Regional do Sind-UTE/MG – subsede C. Lafaiete (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais) com reunião em discussão sobre o avanço em relação à pauta de reivindicações da Campanha Salarial Educacional 2011, já entregue ao Governo com 5 eixos centrais: Salário e Carreira; Vínculo (concurso e direito dos efetivados); Educação de Qualidade; Ipsemg e Previdência; e Gestão democrática.
Foram repassadas informações com o Informe nº 27 do Sind-UTE, esclarecimentos sobre o Subsídio, Lei nº 18.975/10, que incorporou benefícios dos professores como biênios, quinquênios, vale transporte (míseros R$ 30,00), entre outros assuntos.
Presidiram a reunião Sônia, Vicente e Michele. Michele Alice de Souza Oliveira, diretora financeira nos cedeu entrevista e explicou a todos os presentes como foi montada a pauta de reivindicações que já até foi passada para a Secretaria de Educação de Minas Gerais.
Para a comunidade entender, Michele informou que a reunião foi apenas pra esclarecer, pois o Sind-UTE não está falando em greve, e sim, em Assembleia Regional para ajudar os professores a se informar sobre os itens da nova lei do Subsídio.
“É importante a mobilização porque de todos ficam sabendo daquilo que está acontecendo pra que na hora que estiver acontecendo realmente uma greve, por exemplo, as pessoas não fiquem achando que isso surgiu do nada e apenas porque a gente não está querendo trabalhar. Pelo contrário, estamos fazendo isso de maneira mais amigável possível com informações sempre a medida do possível sem precisar de uma greve no momento, mas pra isso precisa do apoio da comunidade e dos professores“, explicou Michele.
No dia 29/03, próxima terça-feira, haverá uma Assembleia Estadual no Pátio da ALMG – Assembleia Legislativa de Minas Gerais – com viagem saindo de C. Lafaiete, com o telefone para contato: 3763-4421.
Informações também pelo site do sindicato
http://www.sindutemg.org.br/novosite/index.php.
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