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VEJA: Como calcular a nota do ENEM 2010?

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Greve Estadual em Lafaiete?

Em assembleia estadual ocorrida no dia 16 de junho, no Pátio da ALMG, em Belo Horizonte, sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), cerca de 5 mil trabalhadores/as em educação aprovaram a continuidade da greve por tempo indeterminado, depois seguiram em passeata até o centro da capital (Praça Sete).
Até o presente momento, nenhuma escola de Conselheiro Lafaiete aderiu a Greve Estadual e as aulas continuam normalmente. Na próxima terça-feira (28/6), nova Assembleia Estadual está marcada em Belo Horizonte, no Pátio da ALMG para decidir os rumos do movimento.

Reivindicação

Os/as trabalhadores/as em educação cobram do Governo do Estado o cumprimento da lei federal 11.738/08, que regulamenta o Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), que hoje é de R$ 1597,87, para 24 horas semanais, nível médio escolaridade. O Governo de Minas Gerais paga atualmente o piso de R$ 369,00. Segundo a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, a sociedade precisa saber que o Governo não cumpre a lei federal do Piso, por isso deixa de investir na Educação, que é um serviço essencial para o desenvolvimento humano.

A greve

Os trabalhadores em Educação estão em greve por tempo indeterminado desde o dia 8/6. A ação acontece em resposta ao Governo que, além de não pagar um salário justo, proporciona condições ruins de trabalho. “O Estado investiu apenas 14% em Educação no primeiro trimestre e em 2010 os recursos disponibilizados ao setor foram de 20%, dos 25% que o Governo é obrigado a investir. Infelizmente é com essa precariedade de insumos que convivemos em Minas Gerais”, afirma Beatriz Cerqueira.

Nova assembleia

O Sind-UTE/MG convoca os trabalhadores a participar da próxima Assembléia Estadual dia 28/6, a partir das 14h, no pátio da Assembléia Legislativa.


terça-feira, 14 de junho de 2011

Oito Estados do Brasil em Greves da Educação

Pelo menos oito Estados brasileiros enfrentam greve de professores em redes municipais ou estaduais. São eles: São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, Sergipe, Santa Catarina e Ceará. A porcentagem de escolas paradas varia por Estado e chega a até 70%, no caso da rede estadual de Santa Catarina e no Centro Paula Souza, de ensino técnico, em São Paulo.
A maior parte dos grevistas luta pela adoção de piso salarial estabelecido pelo governo federal, de R$ 1.187,14 por 40 horas trabalhadas, que é o "vencimento básico" da categoria. Ou seja, gratificações e outros extras não entram na conta.

Greve em São Paulo
Segundo o Sinteps (Sindicato de Trabalhadores do Centro Paula Souza), 70% dos professores e funcionários das Fatecs (Faculdades de Tecnologia) e Etecs (Escolas Técnicas) estão em greve desde o dia 13 de maio. No total, são 12.475 mil docentes, 250 mil alunos e 249 instituições. Eles pedem reajuste salarial de 56,90% para os docentes e de 71,79% para os funcionários técnico-administrativos. Na segunda-feira (13), os grevistas vão se reunir em assembleia geral para decidir os próximos passos do movimento.

Greve no Rio de Janeiro
Na terça-feira (7), foi decidida a greve por reajuste emergencial de 26% e o descongelamento do plano de carreira dos funcionários administrativos da rede estadual, entre outras reivindiações. O Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação) fala em 65% das escolas paralisadas, enquanto a Secretaria de Estado de Educação diz que apenas 2% dos professores estão fora das aulas. No total, são cerca de 1,2 milhão de alunos nas 1.652 escolas fluminenses, com 80 mil funcionários.

Greve em Minas Gerais
Desde a quarta-feira (8), 50% das escolas estaduais mineiras estão paradas, segundo o Sind-UTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais). A secretaria de educação ainda não tem estimativas do alcance do movimento. Os trabalhadores exigem o pagamento do piso salarial nacional e se recusam a aceitar o subsídio oferecido pelo governo desde o início do ano como parte desse valor. No total, a rede mineira tem cerca de 2,4 milhões de alunos em 4,5 mil escolas e 250 mil professores.

Greve em Santa Catarina
Cerca de 70% das 1.350 escolas estão sem aulas no Estado desde 18 de maio. O principal pedido é a implementação do piso salarial nacional de R$ 1.177. O governo do Estado encerrou as negociações com os professores em reunião nesta sexta-feira (10) e requisitou o fim da greve. O Sinte-SC (Sindicato dos Trabalhores em Educação de Santa Catarina) diz que continuará com as reivindicações. No total, a rede conta com cerca de 40 mil professores e 250 mil alunos. Algumas redes municipais, como a de Tubarão, também estão paralisadas.

Greve no MT
Os professores da rede estadual de Mato Grosso estão em greve desde a última segunda-feira (6) por melhores salários. O movimento continua na próxima semana. A Seduc (Secretaria Estadual de Educação do Mato Grosso) estima que 40% das 724 escolas do Estado estejam paralisadas. Esse número, no entanto, é contestado pela secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso, Vânia Miranda. De acordo com ela, cerca de 90 % das escolas estaduais aderiram ao movimento.
Eles reivindicam piso salarial único de R$ 1.312 para todos os trabalhadores em educação -- o piso nacional do professor, instituído por lei é de R$ 1.187 por 40 horas trabalhadas. A Seduc afirma que o aumento do piso salarial para todos os servidores é inviável.

Greve em Sergipe
Pelo menos 300 mil alunos da rede estadual de ensino de Sergipe estão sem aulas desde o início da greve de professores no dia 23 de maio. Em assembleia realizada nesta quinta-feira (9), a categoria se recusou a voltar ao trabalho. Os professores reivindicam reajuste salarial de 15,8%. As aulas foram interrompidas em mais de 90% das escolas e cerca de 13 mil professores aderiram ao movimento, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Sergipe (Sintese). O governo não confirma a informação.

Greve no Rio Grande do Norte
No Rio Grande do Norte, a greve de professores da rede estadual completou 43 dias nesta sexta-feira (10). De acordo com a assessoria de comunicação do governo, das 710 escolas estaduais, 335 estão fechadas. A principal reivindicação dos professores é que seja feita a revisão de plano de carreira e equiparação salarial ao piso dos funcionários públicos estaduais, que é de R$ 2.550 em início de carreira, enquanto o dos professores é de R$ 937.

Greve no Ceará
A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT-CE), ameaçou suspender o adiantamento de 40% do 13º salário dos professores da rede municipal para os profissionais que mantivessem a greve. A declaração foi dada a uma emissora de TV local sobre a paralisação chega nesta sexta-feira (10) a 45 dias. Ela também prometeu entrar na justiça para pedir a ilegalidade da greve.
De acordo com a secretária geral do sindicato, Ana Cristina Guilherme, cerca de 96% da categoria aderiu à greve. “Não houve avanço. Tivemos a informação que a prefeita tinha enviado um Projeto de Lei para a Câmara (dos vereadores) e adotava o piso de R$ 1.187 para o nível superior”. A defesa do sindicato é que o valor burlaria a Lei nº 11.738, que regulamenta a remuneração mínima e afirma que os trabalhadores em jornadas diferentes das 40h semanais devem ganhar salários "proporcionais" ao piso.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Greve conjunta iniciará dia 8 de junho

Em assembleia geral realizada na tarde desta terça, 31/5, no pátio da Assembleia Legislativa de MG, os professores estaduais decidiram iniciar greve por tempo indeterminado a partir do dia 8 de junho. Cerca de três mil trabalhadores do ensino aprovaram a proposta e definiram calendário de manifestação para o início da greve, que terá nova assembleia da categoria.

No mesmo dia 8/6, os policiais militares e civis também farão assembleia geral na Assembleia Legislativa e já têm indicativo de greve aprovado na categoria. Tanto professores, quanto policiais deverão entrar em greve e desencadear um movimento conjunto do funcionalismo público.

Na área da Saúde, os servidores públicos também fizeram assembleia na segunda, dia 30/5, e decidiram paralisar as atividades no dia 15/6, para uma assembleia na Cidade Administrativa. Eles também aprovaram o indicativo de greve. De acordo com o SindSaúde, a morosidade nas negociações pode levar a categoria à greve. No dia 15 haverá nova reunião com o governo e, segundo o diretor do sindicato Renato Barros, caso não haja resposta, eles também entrarão em greve.


domingo, 29 de maio de 2011

Dia do Geógrafo

Os geógrafos são profissionais que estudam a Terra. Mas como é isto? Eles sabem tudo sobre o revelo, o clima, a vegetação e os rios que constituem o nosso planeta.
Mas não é só isso! Também estudam economia, a distribuição geográfica populacional, as divisões políticas entre os países, as diferenças culturais e muito mais. Pesquisam como as comunidades e habitantes se relacionam com o meio em que vivem!
Os geógrafos exercem um papel muito importante atualmente, cuidando do nosso planeta e auxiliando no planejamento urbano, no manejo de recursos naturais, no planejamento da construção de hidrelétricas e pólos industriais, que são fundamentais para a sociedade, mas que exigem responsabilidade para que o impacto ambiental seja o menor possível!

Algumas das atividades exercidas pelos geógrafos:
Ensino: leciona no ensino fundamental, médio e superior.
Planejamento urbano: planeja o crescimento e desenvolvimento de uma determinada região ou município.
Geografia física: estuda os aspectos físicos da Terra, como clima, solo e vegetação.
Geografia humana: interpreta os dados sociais e econômicos de uma população. Planeja a ocupação de áreas urbanas e rurais.
Geopolítica: analisa a relação entre espaço geográfico e a organização econômica, política e social de uma região, país ou bloco de países.
Meio ambiente: estuda os ecossistemas e previne impactos ambientais causados pela ocupação de terrenos. Faz o manejo de bacias hidrográficas.
Planejamento territorial e urbano: organização dos espaços urbanos ou rurais para a instalação de pólos industriais, barragens e outras grandes obras.
Fonte: Brasil Profissões

"Profissional que estuda a Ciência que tem por objeto a descrição da Terra na sua forma, acidentes físicos, clima, produções, populações, divisões políticas etc."
Fonte: Dicionário Michaelis

FELICIDADES A TODOS OS COMPANHEIROS DA ÁREA GEOGRÁFICA.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Enem 2011 já têm datas

Enem será nos dias 22 e 23 de outubro
As inscrições para a edição 2011 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começam na segunda-feira (23/05). A informação foi divulgada na quarta-feira (18) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela organização e realização da prova. O estudante poderá se inscrever das 10h do dia 23 de maio até as 23h59 do dia 10 de junho, exclusivamente pela internet.
As inscrições vão custar R$ 35. E, assim como nas outras edições, haverá isenção do pagamento da tarifa para alunos que terminam o ensino médio em rede pública. As provas, confirmando a previsão de especialistas, serão nos dias 22 e 23 de outubro.

Restrições e Enem 2012
Algumas regras seguem as mesmas no Enem 2011: estão proibidos o uso de lápis e borracha e os inscritos não poderão portar relógio e celular.
O Inep também divulgou quando será realizada a primeira prova do Enem em 2012: dias 28 e 29 de abril. Em entrevista ao site UOL Educação, a presidente do Inep, Malvina Tuttmam, afirmou que haverá "pelo menos" duas provas em 2012. Questionada se, para 2013, o Inep já planejava três ou mais edições, ela respondeu que o desejo é fazer mais de duas, mas que "primeiro é preciso [consolidar] o banco de itens". O banco de itens é um conjunto de questões testadas de acordo com as diretrizes curriculares e a TRI (Teoria de Resposta ao Item).
Malvina Tuttmam afirmou ainda que o objetivo primordial do Enem está mantido: "Sua finalidade maior continua: avalia o desempenho escolar e acadêmico do estudante do ensino médio, porém com sua qualificação constante passa a ser usado também para outras formas [de avaliação, como ingresso no ensino superior]".
Depois dos problemas das últimas edições, a presidente do Inep disse acreditar que haverá mais segurança nesta edição como resultado da parceria do instituto com a empresa Módulo para atuar na gestão de risco e com o Inmetro para certificar os trabalhos de impressão da gráfica, que será a mesma.

*Com informações do site UOL Educação.

sábado, 14 de maio de 2011

Sexta-feira: 13 de maio – Cadê a nossa liberdade?

Em mais uma etapa da agenda de negociações entre a Secretaria de Estado de Educação (SEE) e o a comissão do Sindicato Único de Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) aconteceu no final da tarde desta sexta-feira, 13 de maio. Os representantes da comissão do Sind-UTE/MG foram recebidos pela secretária Ana Lúcia Gazzola e pela secretária-adjunta Maria Céres Pimenta Spinola Castro no 11º andar do prédio Minas, na Cidade Administrativa. Pelo Sindicato, participaram a coordenadora geral do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, Marilda Araújo, Feliciana Saldanha e Leceoni Pereira.
O dia 13 de maio foi marcado por duas situações. Primeiro um fato curioso, pois é a única sexta-feira 13 do ano e segundo que foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

Porque estou citando essas duas situações?
Claro, companheiros(as) a verdadeira situação nossa é real. Definir entre subsídio (governo) e remuneração antiga (Sind-UTE/MG) é um tormento pra todos os Trabalhadores da Educação em Minas. As informações não são exatas ou claras por parte do sindicato ou do governo, pois cada parte puxa pro seu lado.
Em sua maioria, servidores mais novos estão optando pelo subsídio, pois o governo retirou em 2003 destes, alguns direitos “garantidos” como biênios e quinquênios e com o subsídio isso foi “dado” de volta. Já os mais antigos servidores estão optando pela remuneração antiga, pois eles têm direitos como biênios, quinquênios, trintenário entre outros benefícios adquiridos ao longo da carreira do magistério.
Fato é que até o próximo dia 8 de junho a opção deverá ser feita pelos profissionais da Educação e independentemente de sindicato ou governo, os servidores simplesmente estão escolhendo o que acham melhor pra cada um, de forma individual e não coletiva.
Com essa nova situação IMPOSTA, as pessoas que trabalham na educação observam que o governo divide mais e mais nossa classe e faz inúmeras insatisfações, pois apesar de não serem divulgadas existem inúmeras cidades que estão já em greve pelo não cumprimento do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) do Governo Federal. Se continuar assim, não seria e não será novidade do Sind-UTE/MG também fazer uma greve mesmo que seja mais pontual em BH.


sábado, 7 de maio de 2011

Projeto Profissionalizante realiza viagem com Trabalho de Campo na PUC-MG e na ALMG

Aconteceu uma excursão para a cidade de Belo Horizonte, dia 05/05/2011, quinta-feira, como parte culminante do Projeto Profissionalizante dos concluintes do ensino médio (3os anos) da Escola Estadual "Isaura Ferreira" fazendo um trabalho de campo de Ciências Humanas sobre política também. No cronograma estava previsto: 07h30: saída da escola; 09h00: chegada e visita à Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) no Museu de Ciências Naturais e Complexo Esportivo; 12h00: almoço; 14h00: visita à Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG) com palestra, café da tarde e atividades do Espaço Capanema; 17h30: retorno de Belo Horizonte com chegada aproximadamente às 19h30.

Os alunos ficaram fascinados com o espaço físico da PUC Minas e com tudo que ela pode proporcionar na vida acadêmica universitária. Tudo ocorreu da melhor forma possível, nossa escola foi citada na Reunião Extraordinária da Assembleia transmitida ao vivo pela TV Assembleia (TV ALMG) e na Comissão de Administração Pública.

Fomos muito bem recebidos e tivemos momentos de estudo e lazer com a companhia da diretora Giovana Garcia, das Especialistas de Educação Básica Nelma Rezende e Maria Regina, dos professores Sebastião, Cíntia e Imaculada. No mês de junho, os alunos apresentarão um Seminário de Ciências Humanas sobre Política com o professor Sebastião mostrando a História e Ideologia dos atuais 28 partidos políticos do Brasil, além de 2 partidos antigos importantes. Também reviverão os momentos da viagem.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O dia mais temido: 06 de maio

Os servidores da educação estão diante de um dilema: a escolha sobre a forma de remuneração.

São duas as opções: subsídio ou remuneração composta de vencimento básico, vantagens temporárias e permanentes. O Sind-UTE/MG solicitou ao Governo do Estado que este prazo fosse prorrogado, uma vez que a categoria está insegura quanto ao seu futuro. O Governo não atendeu e parece ter pressa e interesse de que os servidores optem pelo subsídio. O sindicato, por sua vez, está orientando a categoria a optar pela remuneração composta de vencimento básico.
O subsídio é uma forma de remuneração adotada para os agentes políticos, ou seja, para aqueles que não têm carreira, que não agregam nenhum outro valor ao salário que recebem por estar num exercício temporário de função política. É com esta lógica de descaracterizar a carreira que o Governo de Minas apresentou esta forma de remuneração aos servidores da educação.
O subsídio é uma forma de remuneração para quem não tem perspectiva de carreira. Enquanto isso, os servidores que dedicaram a vida à escola pública estadual são marginalizados por esta nova política de remuneração, são puxados novamente para o início da carreira, mesmo estando próximo da aposentadoria.
Ao optar pelo subsídio, o servidor abre mão de tudo o que conquistou ao longo da sua vida funcional. Abre mão também de adquirir novos benefícios, descaracterizando em definitivo sua carreira. Aos que não têm carreira e optarem pelo subsídio, abrem mão em definitivo de conquistar uma carreira.
Por ser parcela única, o subsídio descaracteriza o vencimento básico e as demais vantagens e gratificações que o servidor receba. Por isso, a assembleia da categoria aprovou a orientação de que todos os servidores devem optar por retornar à remuneração constituída de vencimento básico, ou seja, devem sair do subsídio.
Esta é a única possibilidade de fortalecermos a luta pelo piso salarial. Se a maioria da categoria for para o subsídio, o Estado não precisará se preocupar em discutir o Piso Salarial e, desta forma, abandonaremos a discussão de preservar o que cada um/uma conquistou em sua vida funcional.
Se sair do subsídio agora, teremos ainda outra oportunidade de retornar a ele, conforme artigo 5º, parágrafo 3º da Lei 18.975/10. Se ficarmos, perderemos em definitivo a possibilidade de receber o Piso Salarial.
O pagamento por subsídio é a estratégia do Governo do Estado para não pagar o Piso Salarial Profissional Nacional e desvalorizar a carreira, diz o Sind-UTE/MG. De outro lado, uma categoria que não sabe o que fazer diante do impasse do dia 06 de maio, um dia tão esperado ou inesperado.


Calendário de maio da Educação Estadual

Para o mês de maio de 2011, os professores da rede estadual de educação de Minas Gerais terão várias atividades do Sind-UTE/MG:
01 e 02/05: Participação nas comemorações do Dia do Trabalhador.
04/05: Paralisação Estadual com manifestação em BH e participação na Audiência Pública promovida pela Assembleia Legislativa sobre o Piso Salarial e a carreira em Minas Gerais.
11/05: Paralisação Nacional com caravanas à Brasília para mobilização nacional em defesa do valor do Piso.
21/05: Conselho Geral do Sind-UTE/MG.
31/05: Paralisação Estadual com Assembleia para definir os rumos do movimento.


A semana começará agitada com o dia de Paralisação Estadual, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG) participa de audiência pública, no próximo dia 4/5, às 14h, na Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG), para discutir a implementação do Piso Salarial Nacional para a categoria educacional no Estado de Minas Gerais. Durante o evento serão discutidos ainda os problemas enfrentados pela categoria em função do ineficaz Plano de Carreira da Educação, implantado pelo Governo há seis anos.
O debate acontece na Comissão de Administração da ALMG, por meio de requerimento do deputado estadual Rogério Correa (PT), líder do bloco de oposição Minas Sem Censura. Participarão do debate, a coordenadora geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin de Leão, além de parlamentares e membros do governo estadual. Representarão o Governo do Estado as Secretárias de Estado de Planejamento e Gestão Renata Vilena e de Educação Ana Lúcia Gazola.
O objetivo é cobrar a imediata implementação do Piso em Minas Gerais, de acordo com determinação do Supremo Tribunal Federal, que votou pela constitucionalidade da lei 11.738/08, que regulamenta o Piso. “Agora temos uma lei declarada constitucional, que nos ampara na reivindicação do Piso Salarial em Minas. E subsídio além de não ser piso, descaracteriza as conquistas funcionais de cada servidor”, avalia Beatriz Cerqueira.

Direito
O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou no último dia 06/04, a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4.167, que questionava a lei que instituiu o Piso Salarial Profissional Nacional. Pela decisão do Supremo, o Piso Salarial é composto pelo vencimento básico da carreira, excluídas as vantagens e gratificações pessoais. O questionamento no Supremo foi feito pelos governadores do Mato Grosso do Sul, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, sob o argumento de que os estados não teriam condições financeiras de instituir o Piso em seus respectivos Estados.


sexta-feira, 29 de abril de 2011

Lei do Piso Salarial dos professores é constitucional

Com votação do STF – Supremo Tribunal Federal, no último dia 27 de abril de 2010 às 15 horas colocou a Lei do Piso Nacional Profissional como legítima e foi proclamada definitivamente como constitucional. A Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADI 4167 foi declarada improcedente, com isso, os Governos estaduais (dentre eles, o de Minas Gerais) e municipais (também da nossa região) têm, agora, que cumpri-la obrigatoriamente, sem chance de enrolação e recursos judiciais e ponto.
Sobre o item do 1/3 (um terço) de tempo extraclasse, a A votação ficou empatada em 5 a 5, pois infelizmente o inimigo do povo Celzo Peluso votou contra o nosso terço de tempo. Mas, o ministro Joaquim Barbosa, relator da matéria, foi um verdadeiro gigante em favor dos educadores. E disse tudo: a lei já foi aprovada pelo Congresso Nacional e tem que ser cumprida, e não pode ser cassada por cinco votos de ministros do STF!

Os ministros inimigos da Educação: Gilmar Mendes, Peluso, Marco Aurélio Mello, Ellem Grace e Carmem Lucia (estas duas votaram a favor do piso, mas traíram os educadores na questão do terço tempo extraclasse). Contudo, a partir de agora, podemos e devemos exigir do governo o terço de tempo extraclasse, também, já que a ADI 4167 foi declarada improcedente e a Lei do Piso considerada Constitucional.
É hora, agora, de nos organizarmos para cobrar os nossos direitos. Vamos em frente a luta!!!