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VEJA: Como calcular a nota do ENEM 2010?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Os Vestibulares nos Dias Atuais

O vestibular é um tradicional exame aplicado pelas universidades brasileiras a fim de selecionar candidatos às vagas por elas oferecidas. O vestibular caracteriza-se normalmente como uma prova de aferição dos conhecimentos adquiridos no ensino básico: fundamental e médio, sendo o principal meio de acesso ao ensino superior no Brasil. É o critério de seleção de candidatos preferido pelas instituições públicas de ensino superior, enquanto que o uso de meios alternativos de acesso é promovido em geral por instituições privadas. Como não é caracterizado como concurso público, mesmo quem possui antecedentes criminais pode fazer e entrar para uma universidade. O vestibular é um modelo de seleção constantemente criticado por especialistas, embora ainda seja o mais aceito em todo o país.
Vantagens do modelo: Há vantagens inegáveis que decorrem da utilização do vestibular em detrimento de outras formas de seleção (entrevistas, indicações, necessidades econômicas). A principal é a impessoalidade da prova e da correção, coadunada com as existências apenas de raros casos de suspeita de fraudes, normalmente acompanhadas de cancelamento de prova. Garantido o anonimato nas correções, todos os candidatos têm chances iguais de concorrerem às vagas, segundo, é claro, o preparo acadêmico de cada um. O vestibular privilegia a meritocracia, que é a base de qualquer sistema universitário de ponta no mundo. Existe o benefício implícito do vestibular de proporcionar, também, acesso igualitário às universidades, especialmente as públicas, a qualquer pessoa de qualquer lugar do país que queira prestar a prova, uma vez que, são proibidas discriminações de origem. Por fim, o vestibular é cego a qualquer questão de gênero, etnia ou ascendência, eliminando possibilidade de que estes fatores viessem a interferir, por si só, de forma favorável ou desfavorável na seleção.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Atentado Terrorista nos EUA faz 8 anos

Os ataques de 11 de setembro de 2001 foram uma série de ataques terroristas contra os Estados Unidos. Membros do grupo islâmico al Qaeda sequestraram quatro aeronaves, fazendo duas delas colidirem contra as duas torres do World Trade Center (WTC) em Manhattan, Nova Iorque, e uma terceira contra o quartel general do departamento de defesa dos Estados Unidos, o Pentágono, no Condado de Arlington, Virgínia, próximo à capital dos Estados Unidos, Washington, DC. O quarto avião seqüestrado foi intencionalmente derrubado em um campo próximo a Shanksville, Pensilvânia, após os passageiros enfrentarem os terroristas.
Os mortos nos ataques de 11 de Setembro foram milhares: 265 nos aviões; pelo menos 2602 pessoas, incluindo 242 bombeiros, no World Trade Center; e 125 no Pentágono. 3234 pessoas foram mortas. Além das Torres Gêmeas de 110 andares do WTC, cinco outras construções nas proximidades do WTC e quatro estações subterrâneas de metrô foram destruídas ou seriamente danificadas. No total, foram 25 prédios danificados em Manhattan. Em Washington, uma parte do Pentágono foi seriamente danificada pelo fogo e outra parte acabou desmoronando.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A História dos Dias da Semana

É mais uma questão de etimologia da palavra e religiosa do que necessariamente histórica. Franceses, italianos, espanhóis etc., voltaram às antigas denominações pagãs, de chamar na ordem, aos dias da semana. Segundo a tradição latina, encontramos partindo do domingo até o sábado: no latim Dies Dominica (dia do Senhor e domingo, em português), Lunae dies (dia da Lua, pela denominação pagã e segunda-feira), Martis dies (dia de Marte e terça-feira), Mercurii dies (dia de Mercúrio e quarta-feira), Jovis dies (dia de Júpiter e quinta-feira), Veneri dies (dia de Vênus e sexta-feira) e Saturni dies (dia de Saturno e sábado). No italiano: Domenica, Lunedi, Martedi, Mercoledi, Giovedi, Venerdi e Sabbato. No francês: Dimanche, Lundi, Mardi, Mercredi, Jeudi, Vendredi e Samedi. No espanhol: Domingo, Lunes, Martes, Miércoles, Jueves, Viernes e Sábado.
Mas, analisando, só os portugueses entre todos os povos cristãos mantiveram o piedoso e belo costume. O tempo, em seguida, trabalhou sobre o costume, polindo o uso da palavra “feriae”, até que chegamos ao “feira” de hoje. E é esse um dos melhores exemplos de alteração prosódica por ação do uso popular, por isso mesmo etimológica.
Na língua portuguesa, os nomes dos dias da semana não seguiram a tradição latina. É sempre motivo de curiosidade, senão de espanto, para a maioria das pessoas verificar que somente o nosso idioma fugiu à regra comum aos povos ocidentais, cultivando esse esquisito repetir-se de “feiras” diante dos adjetivos ordinais segunda, terça etc. Na verdade, porém, é que nos devemos orgulhar sinceramente por isso, pois é esse um particular que nos mantém fielmente ligados à melhor tradição cristã. Ela remonta mesmo aos primeiros dias do Cristianismo. Nos tempos em que a Fé principiava a ser propagada, a Páscoa Cristã era comemorada durante toda semana, isto é os “sete dias”. Evitavam-se trabalhos que não fossem absolutamente necessários, empregando todo o tempo daquela semana em orações e meditações sobre o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Tão a sério isso foi observado que Constantino baixou lei tomando todos aqueles sete dias feriados, isto é “feriae”.
Ora, sendo “feriae” o denominador comum para os sete dias, era forçoso dar-lhes um numerador que os distinguisse. Os cristãos aproveitaram a essa altura a antiqüíssima tradição de numerar os dias partindo do sábado. O domingo seria então para eles “prima sabbati”, isto é, o primeiro dia depois do sábado, o dia seguinte seria “secunda sabbati” e assim por diante. Mantiveram, porém o domingo como sendo o dia do Senhor – “dominus”, e começou a contagem no seguinte. Daí, segunda-feira, terça-feira, quarta-feira...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Porque o Dia de Descanso era o Sábado?

No ano 45 a.C., Caio Júlio César decidiu usar um calendário estritamente solar. Esse calendário, conhecido como Juliano, estabeleceu o ano normal, com 365 dias, e o ano bissexto, a cada quatro anos, com 366 dias. O calendário Juliano também instituiu a ordem dos meses e dos dias da semana tal como aparece nos dias atuais. Então porque segundo a Bíblia, o dia de descanso da semana era o sábado e não o domingo? Os cristãos aproveitaram a antiqüíssima tradição de numerar os dias partindo do sábado. O domingo seria então para eles “prima sabbati”, isto é, o primeiro dia depois do sábado, o dia seguinte seria “secunda sabbati” e assim por diante. Mantiveram, porém o domingo como sendo o dia do Senhor – “dominus”, e começou a contagem no seguinte. Daí, segunda-feira, terça-feira, quarta-feira...
Segundo uma teoria que parte do calendário Juliano a ordem dos dias da semana tal como aparece nos dias atuais foi mudada por Caio Júlio César que decidiu usar um calendário estritamente solar no ano 45 a.C. Já o Papa São Silvestre I (33º Papa, italiano, de 314 a 335) regulamentou essa prática determinando que não se desse número ao domingo – que já era o dia do Senhor, e ao sábado, cuja denominação era conservada em sinal de reverência ao Antigo Testamento. Mas, como vemos, só os portugueses entre todos os povos cristãos mantiveram o piedoso e belo costume. Franceses, italianos, espanhóis etc., voltaram às antigas denominações pagãs, de chamar na ordem, aos dias da semana: dia da Lua (segunda-feira), dia de Marte (terça-feira), dia de Mercúrio (quarta-feira), dia de Júpiter (quinta-feira), dia de Vênus (sexta-feira) e dia de Saturno (sábado). O tempo, em seguida, trabalhou sobre o costume, polindo o uso da palavra “feriae”, até que chegamos ao “feira” de hoje. E é esse um dos melhores exemplos de alteração prosódica por ação do uso popular. Uma vez que o grupo de sete dias recebeu um nome próprio, nada mais natural que, pouco a pouco, também se procurasse dar um nome próprio a cada um daqueles sete dias.
O primeiro dia era, portanto, o mais importante. Ele é que assinalava a oportunidade das oferendas aos deuses e dos sacrifícios propiciatórios. Tal ordem de valores iria vigorar até o advento do Cristianismo, pois o seu ensinamento de que Deus fez o mundo em seis dias, e descansou no sétimo, estabeleceu esse último dia da semana como sendo “o dia do Senhor”, e portanto o dia de render graças e de repousar. Na perpetuação dos nomes, Roma levou este costume a todos os pontos do mundo conquistado pelas suas legiões e submetidos às suas leis e usanças. Cedeu-o também a todos os países influenciados. Não há povo no Ocidente que adote outro sistema de intitular os dias da semana.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Porque o Mês de SETEmbro (09) Não é Mês 07?

Algumas perguntas são feitas sobre o ensino de Astronomia e as pessoas devem buscar através da História e da Ciência as suas respostas para não seguirem o caminho do “pode ser” ou do “talvez”. Dentre várias perguntas, temos: porque o dia do ano bissexto é justamente no dia 29 de fevereiro? Porque o mês de setembro (09) não é mês sete (07)? E porque os meses: outubro (08), novembro (09) e dezembro (10) também não seguem esse parâmetro? Como a medição de um ano se baseia na rotação da Terra em torno do Sol e a duração dos meses é baseada nesse ano solar, ele é ajustado para encaixar os 12 meses de um ano. Porém, o ano dos calendários antigos não era dessa maneira.
No calendário romano original que foi introduzido por volta do século VII antes de Cristo, tinha 10 meses com 29 ou 30 dias e um total de 304 dias no ano, que começava em março e cada mês era simbolizado e nomeado. Assim, o calendário tinha o mês 01 – março (do latim Martius, de Marte, o deus da guerra), o mês 02 – abril (do latim Aprilis, de aperire, abrir porque outrora era o mês que abria o ano), o mês 03 – maio (do latim Maius, de origens diversas), o mês 04 – junho (do latim Junius, consagrado a Juno, divindade romana), o mês 05 – julho (do latim Julius, em homenagem Júlio César), o mês 06 – agosto (corruptela do nome latino Augustus, do Imperador Augusto César, ao qual este mês era consagrado), o mês 07 – setembro (do latim September, de septem, sete), o mês 08 – outubro (do latim October, de octo, oito), o mês 09 – novembro (do latim November, de novem, nove) e o mês 10 – dezembro (do latim December, de decem, dez). Nesta situação, o reveillon era comemorado em 29 de dezembro, último dia do ano.
Dessa forma, o ano solar e o calendário romano tinham problemas de contagem e foram acrescentados mais dois meses: janeiro e fevereiro. O mês 11 – janeiro (do latim Januarius, de Janus, divindade romana) e o mês 12 – fevereiro (do latim Februarius, de Februa, denominação emprestada a Juno no tempo da purificação e do desagravo), que foram acrescentados posteriormente, ainda no século VII a.C., mas como os meses tinham somente 29 ou 30 dias, era preciso intercalar um mês extra aproximadamente a cada dois anos, que era na verdade um 13º mês. Nesta situação, o reveillon era comemorado em 29 de fevereiro ou 29 do mês extra.
No ano 45 a.C., Caio Júlio César decidiu usar um calendário estritamente solar. Esse calendário, conhecido como Juliano, estabeleceu o ano normal, com 365 dias, e o ano bissexto, a cada quatro anos, com 366 dias. O calendário Juliano também instituiu a ordem dos meses e dos dias da semana tal como aparece nos dias atuais. Daí a resposta para o 29 de fevereiro! Como o último dia de um ano normal, ou seja, sem o 13º mês (mês extra) era o dia 29 de fevereiro e que janeiro e fevereiro foram acrescentados, estes meses foram colocados na frente de março como meses 01 e 02 e março como mês 03. Por conseguinte, setembro passou de 07 para 09, outubro de 08 para 10, novembro de 09 para 11 e dezembro de 10 para 12.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Curiosidades de Astronomia

Calendário, sistema de medida de tempo para as necessidades da vida civil, com a divisão do tempo em dias, meses e anos. As divisões têm como base os movimentos da Terra e as aparições regulares do Sol e da Lua. Um dia é o tempo médio necessário para uma rotação da Terra sobre seu eixo. A medição de um ano se baseia numa rotação da Terra em torno do Sol e se chama ano estacional, tropical ou solar. Um ano solar tem 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 45,5 segundos. A duração dos meses é aproximadamente 1/12 (uma duodécima) parte de um ano (= 28 a 31 dias) e é ajustada para encaixar os 12 meses em um ano solar. A semana teve origem na tradição judaico-cristã, que recomendava descansar do trabalho um dia em cada sete.
O calendário romano original, introduzido por volta do século VII a.C., tinha 10 meses e 304 dias no ano, que começava em março. Mais dois meses, janeiro e fevereiro, foram acrescentados posteriormente, ainda no século VII a.C., mas como os meses tinham somente 29 ou 30 dias, era preciso intercalar um mês extra aproximadamente a cada dois anos. Os dias do mês eram designados pelo incomodo método de contar para trás a partir de três datas: as calendas (primeiro dia de cada mês), os idos (meados do mês) que caíam no dia 13 de certos meses e no dia 15 de outros, e as nonas (nono dia) antes dos idos.
No ano 45 a.C., Caio Júlio César decidiu usar um calendário estritamente solar. Esse calendário, conhecido como Juliano, estabeleceu o ano normal, com 365 dias, e o ano bissexto, a cada quatro anos, com 366 dias. O calendário Juliano também instituiu a ordem dos meses e dos dias da semana tal como aparece nos dias atuais. O ano Juliano era 11 minutos e 14 segundos maior do que o ano solar. Essa diferença se acumulou até que, por volta de 1582, o equinócio da primavera aconteceu dez dias antes e as festas da Igreja não foram realizadas nas estações apropriadas.
* Significado de equinócio: Os raios de sol caem perpendicularmente sobre a linha do Equador, tendo o dia e a noite a mesma duração na maior parte dos lugares da Terra – 12 horas. Daí o nome de equinócio – noites iguais aos dias.
Por isto, o papa Gregório XIII promulgou um decreto eliminando 10 dias do calendário Juliano, estabelecendo que o mês de outubro passava-se do dia 04 para o dia 15 direto (pulando 10 dias) e desta forma “consertando” o calendário. Para prevenir novos deslocamentos, instituiu um calendário, conhecido como calendário gregoriano, estabelecendo que os anos centenários divisíveis por 400 deveriam ser bissextos e que todos os demais anos deveriam ser normais. O calendário gregoriano foi sendo adotado lentamente em toda a Europa. Hoje é válido em quase todo o mundo ocidental e em partes da Ásia.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Mensagens Subliminares

Ilusões de Ótica são um grande exemplo de como nosso cérebro funciona e de como funcionam as mensagens subliminares, quando uma coisa que foge totalmente à nossa atenção pode significar outra, embora que nem todas as Ilusões de Ótica sejam mensagens subliminares.
Mensagem Subliminar: O que é mensagem subliminar? Subliminar é qualquer estímulo não captado a nível de consciência por estar abaixo dos limites sensoriais receptores. Onde encontramos? Teoricamente, em todas as mídias! Sua percepção não é consciente, elas estão, ou poderão estar em todo lugar. Objetivo: Entendemos que o objetivo maior da utilização das mensagens é manipular as mentes das pessoas. Como atuam: Vários processos químicos e fisiológicos são ativados quando estamos expostos à uma mensagem. Como se defender?: É impossível à mente lidar com todas as percepções, sejam visuais, auditivas, olfativas ou táteis.
O que NÃO é subliminar? Subliminar significa "abaixo do limiar de percepção". Simples assim. Um som numa freqüência mais alta do que o ouvido pode escutar ou uma imagem tão rápida que o olho não possa captar são exemplos de estímulos subliminares. Mas uma definição tão simples nos deixa um problema: se um estímulo subliminar, portanto indetectável, é detectado pelo observador (ainda que inconscientemente) ele deixa de ser classificado como subliminar. Ou seja, qualquer efeito atribuído a um estímulo subliminar torna-se impossível por definição. De fato esta foi a definição utilizada pelos primeiros estudiosos que estudaram o tema no final do século XIX, mas as coisas não são tão simples.
Os psicólogos sabem hoje que a percepção de um estímulo (isto é, ver algo e saber que viu) depende de fatores psicológicos e sociais tanto quanto de fatores fisiológicos. Alguém pode ver alguma coisa e simplesmente não se sentir confiante o suficiente de ter visto. Assim, em vez de uma linha separando o que está abaixo do limiar de percepção do que está acima, os psicólogos falam em uma faixa de percepção: acima do limite superior, chamado de limiar subjetivo, as pessoas são capazes de notar claramente um estímulo; abaixo do limite inferior, chamado de limiar objetivo estão os estímulos que não podem ser percebidos de maneira nenhuma; abaixo do limiar subjetivo, mas acima do limiar objetivo as pessoas percebem os estímulos mas pensam que não perceberam. Com isso, um estímulo subliminar passa a ser considerado um estímulo percebido, mas não reportado.
E aí começa a confusão... A maioria dos sites sobre o assunto não só misturam todos os tipos de mensagens subliminares (subjetivas e objetivas, visuais e auditivas) num mesmo balaio, atribuindo a todas elas poderes fantásticos de persuasão, como ainda acrescentam ao saco inúmeras coisas que não tem absolutamente nada de subliminar.
Um dos maiores sites nacionais sobre mensagens subliminares é o portal da
Organização Não Governamental de Estudos e Pesquisas em Mensagem Subliminar. Este site é o ponto de partida para qualquer pesquisa que se faça sobre o assunto em língua portuguesa. Ironicamente, muito pouco do que se diz no site tem realmente a ver com mensagens subliminares, na acepção correta do termo.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Psicologia

Psicologia é um conjunto de disciplinas acadêmicas, clínicas e industriais relativas à explicação e previsão do comportamento, pensamento, emoções, motivações, relacionamentos, potenciais e patologias.
Histórico da Psicologia: Aos séculos XVII e XVIII, a Psicologia foi desmembrada da Filosofia e se concretizou a partir de Darwin.
Psicanálise é o Método da Terapia, estuda o comportamento humano. Sigmund Freud foi o pai da psicanálise (1856-1939) afirmava que: em 1886 que as crianças já nasciam com sexo definido e nos problemas são recalques na vida sexual. Complexo de Édipo é quando o filho se apaixona pela figura da mãe ou quando a filha se apaixona pela figura do pai (situação normal onde todos passamos por isso). Cérebro: o que você selecionou importante, colocou em prática, emoção positiva ou negativa. Emoção: manifestação do sentimento.
Formas do consciente comunicar com o consciente
1ª Teoria sobre a Estrutura do aparelho psíquico:
Consciente: me informa sobre mim e os outros, ou seja, noticia tudo que sei. Na parte física, se estou com fome, sede, frio, dor, etc. É o sistema do aparelho psíquico que recebe ao mesmo tempo as informações do mundo interior. Na consciência, destaca-se o fenômeno da percepção, principalmente a percepção do mundo exterior, a atenção, o raciocínio.
Inconsciente: arquivo de impulsos e sentimentos. Exprime o “conjunto dos conteúdos não presentes no campo atual da consciência”. É constituído por conteúdos reprimidos, que não têm acesso aos sistemas pré-consciente / consciente, pela ação de censuras internas. Estes conteúdos podem ter sido conscientes, em algum momento, e ter sido reprimidos, isto é, “foram para o inconsciente, ou podem ser genuinamente inconscientes”. O inconsciente é um sistema do aparelho psíquico regido por leis próprias de funcionamento. Por exemplo, é atemporal, não existem as noções do passado e presente.
Pré-consciente: quando “dá branco” ou quando uma palavra está na ponta da língua e eu não lembro. Refere-se ao sistema onde permanecem aqueles conteúdos acessíveis à consciência. É aquilo que não está na consciência, neste momento, e no momento seguinte pode estar.
Quatro maneiras de meu consciente saber o que está no meu inconsciente:
1) Hipnose: procura a causa de algo que me... Exemplo: moça que tinha pavor de dormir.
2) Sonhos: é uma linguagem simbólica de comunicação.
3) Atos falhos: quando falo alguma coisa e juro que disse outra coisa.
4) Estímulos: o que não quero lembrar.
2ª Teoria sobre a Estrutura do aparelho psíquico:
Freud batizou o “porão de casa” de Id (Depósito dos Impulsos Inatos). Id é o componente biológico da personalidade regido pelo principio do prazer. O Id é “egoísta”. Eu quero. Id é o deposito dos impulsos inatos, procura satisfação imediata dos impulsos primitivos, sem olhar as conseqüências. É a matriz e consiste de tudo o que é psicologicamente herdado e que está presente no nascimento inclusive os instintos. É o reservatório da energia psíquica, onde se localizam as pulsões: de vida e de morte.
Ego é o componente psicológico da personalidade. É o sistema que estabelece o equilíbrio entre as exigências e as ordens do superego seu principal objetivo é adaptar nosso comportamento conforme a realidade. É um regulador, um mediador, o fiel da balança, na medida em que altera o Princípio do Prazer para buscar a satisfação considerando as condições objetivas da realidade, por isto mesmo, é regido pelo Princípio da Realidade.
Superego é o componente social da personalidade. É o depósito das leis socais. Proibições, limites e autoridade são originados com o Complexo de Édipo com o superego. Regido pelo princípio da perfeição. Eu devo. É a censura, o freio dos instintos inatos é o representante interno dos valores ideais, tradicionais da sociedade. É a arma moral da personalidade, representa mais o ideal do que o real e tende mais à perfeição do que ao prazer. Sua preocupação principal é decidir se algo é certo ou errado de modo que a pessoa possa agir em harmonia com os padrões morais autorizados pela sociedade.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A Ideologia da Ciência Política

Com a crise do capitalismo e das democracias na Europa abriu-se espaço para o avanço dos regimes totalitários. Veja os partidos e as idéias políticas do século XX:
* Esquerda: partidos que defendem os direitos dos trabalhadores, falam em transformações sociais profundas e acreditam na igualdade social.
* Direita: partidos conservadores ligados à classe dominante, falam da necessidade da ordem para conter a baderna social e acreditam no respeito à autoridade.
* Extrema Esquerda: são os comunistas seguidores de Karl Marx (socialismo científico – sistema em que predomina a propriedade social ou coletiva dos principais meios de produção). São os anarquistas e eram contra a propriedade privada, o capitalismo e o Estado. Ambos defendem uma revolução socialista para acabar com o capitalismo.
* Extrema Direita: são os fascistas e odeiam os comunistas, defendem uma ditadura para salvar o capitalismo.
* Centro: são liberais e contra os comunistas e os fascistas, defendem o capitalismo com liberdades democráticas.
* Sociais-democratas: defendiam posições de esquerda, achavam que o capitalismo deveria acabar diferentemente dos comunistas eram contra a revolução e a ditadura do proletariado, acreditavam que o socialismo seria implantado gradualmente com reformas democráticas.
Regimes Totalitários: o Fascismo e o Nazismo
* Totalitarismo: é a prática de um regime político que defende a total importância do Estado sobre os interesses dos cidadãos. No regime totalitário, o Estado tem um governo forte, capaz de controlar de forma absoluta os diversos setores da vida social. Em termos políticos, o regime totalitário prega o fim da democracia liberal e a eliminação das oposições por meio de uma propaganda agressiva ou através da violência física. A linha política do Estado é determinada por um partido único (ditadura).
* Fascismo (Itália) é o conjunto de idéias, dogmas, preconceitos e práticas de pensamento político de Extrema Direita, expresso pelo Partido Nacional Fascista. Em termos doutrinários é quase idêntico ao Partido Nazista.
*
Nazismo (Alemanha) é o conjunto de idéias, dogmas, preconceitos e práticas de pensamento político de Extrema Direita, expresso pelo Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães. Este pode ser descrito como nacionalista extremado, racista, belicista, totalitário, anticomunista, antiparlamentar e anti-individualista.
* Dentre outros regimes totalitários do século XX, temos: o Franquismo ou Falangismo (Espanha) de Francisco Franco; o Salazarismo (Portugal) de Antônio de Oliveira Salazar; o Estado Novo (Brasil) de Getúlio Vargas e outros.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Televisão Digital

Autor: Wellington Vasconcelos
Palestra para o Projeto na E. E. "Monsenhor Horta", em 2007.

A chamada TV Digital no fundo é a transmissão de dados digitais e não de sinais analógicos o que se traduz em grosso modo num incremento de quantidade de informação transmitida. A sua implantação no Brasil passa pela alteração dos padrões atuais de transmissão e de recepção, bem como os aparelhos de televisão instalados nas residências dos telespectadores.
No momento, a maioria da programação veiculada pelas emissoras de televisão aberta (Globo, Record, SBT, Bandeirantes, etc.) já é produzida, utilizando-se equipamentos de filmagem e armazenamento digitais. No entanto, como os segmentos de transmissão e de recepção continuam sendo analógicos, os usuários não percebem esse ganho de qualidade. Com a introdução da tecnologia digital no serviço de televisão obterá melhor qualidade de imagem e som para os telespectadores.
A tecnologia digital, entretanto, ao superar diversas restrições da tecnologia analógica, abre várias outras possibilidades. Imagem de alta definição e som com qualidade de CD são algumas das inovações que poderão ser disponibilizadas com a introdução da televisão digital. A transmissão de vários programas em um único canal é outra novidade que, com certeza, implicará numa maior diversidade de conteúdos, atendendo a diferentes necessidades e interesses dos usuários (telespectadores).
No entanto, a mudança que parece ser mais drástica é a transformação do televisor em um equipamento interativo. Segundo especialistas do setor, essa nova aplicação modificará radicalmente o modelo de exploração da televisão aberta, viabilizando novos serviços como, por exemplo, um novo tipo de comércio, já apelidado de t-commerce, ou seja, venda de produtos por meio da televisão. Outra possibilidade que também poderá se concretizar, no curto e médio prazos, é a recepção móvel de sinais de televisão em carros, ônibus e trens e em telefones celulares das próximas gerações.
Essa grande diversidade de opções tem que ser cautelosamente analisada, pois algumas dessas alternativas não podem coexistir devido a limitações de várias naturezas, inclusive de ordem financeira. Há, portanto, que se analisar cada uma delas, buscando escolher aquelas que trarão maiores benefícios para a nossa sociedade e que conformarão o modelo mais adequado às nossas realidades.
A escolha de um dos padrões tecnológicos, hoje disponíveis ou em processo de desenvolvimento e do modelo de negócios em televisão digital a ser implantado no País, determinará como os recursos tecnológicos serão utilizados para prover um determinado conjunto de programas e serviços para a sociedade.Feita a mudança na transmissão e recebimento e adaptando os televisores para esta tecnologia será possível, a médio e longo prazo, para o telespectador, ao ver um filme, comercial, novela ou qualquer outro tipo de programação, através de um controle remoto, clicar em um objeto e acessar um site sobre o produto, podendo comprá-lo no momento em que estiver assistindo o programa em seu televisor. Mas não pode se esquecer o quanto este serviço vai custar para a sociedade. Um dos maiores desafios é tornar essa tecnologia acessível para população de baixo poder aquisitivo.